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Do mesmo diretor de “Distrito 9” (2009) e “Elysium” (2013), o filme faz perguntas-chave sobre a relação humana com a Inteligência Artificial

Com estreia marcada em terras tupiniquins no dia 16 de abril, “Chappie” tem tudo para ser sensacional. O filme é uma continuação do primeiro trabalho de Neill Blomkamp como diretor, o curta “Tetra Vaal” (2004). Com um minuto e meio de duração, assistimos a uma falsa propaganda, anunciando a implementação de uma nova força policial robótica desenvolvida especialmente para o Terceiro Mundo.

Neill Blomkamp se destacou como diretor por trazer de volta nas telas de cinema a ficção científica hard, com o longa “Distrito 9”. Por FC hard podemos compreender que estamos diante de uma narrativa que não confronta leis da física, trata sobre tecnologias e ideias científicas já existentes e firmes, mas extrapoladas e com maior desenvolvimento num futuro próximo. Em seus últimos filmes, Blomkamp se apropriou de algumas discussões sociais como o Apartheid em “Distrito 9”, e a luta de classes em “Elysium”. Sem deixar essa marca de lado, em “Chappie” a abordagem parece ser um pouco mais emocional.

O robô adquire conhecimento da mesma maneira que os seres humanos, só que mais rápido. Passa por fases como a infância, onde precisa entender a realidade ao seu redor e realizar atividades que auxiliam no seu desenvolvimento cognitivo. O que significa que o ambiente em que vive pode alterar sua percepção de mundo. Tudo estaria bem, se ele não tivesse sido roubado por dois gângsteres, Yolandi e Ninja (seus nomes artísticos foram mantidos no filme e ambos são do grupo de zef sul-africano Die Antwoord). Chappie reconhece Yolandi como sua mãe e Ninja como uma figura paterna abusiva e nada comum.

Ficou tão ansioso quanto nós? Imagine depois que você der uma olhada no trailer:

 

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